A ideia de associar corpos celestes e suas influências às plantas deriva da concepção que os antigos filósofos e alquimistas tinham da natureza (microcosmo e macrocosmo). Eles a consideravam um único organismo vivo composto por várias plantas, assim como o corpo humano. O tratamento de doenças, considerando as correspondências que existem entre plantas e planetas, fazia parte de um sistema médico universalmente aceito no Ocidente até a revolução científica.
Doenças e astrologia andavam de mãos dadas. Plantas e planetas orbitavam na mesma dimensão da cura. Planetas exerciam influência sobre todas as coisas existentes: minerais, plantas, animais e o ser humano. De acordo com essa visão, cada um dos sete planetas do sistema solar possui uma qualidade específica, uma virtude que pode ser encontrada em todas as coisas da Terra, embora com um diferente grau de pureza.
Através de signos era possível reconhecer o vínculo de uma estrela com seu elemento terrestre correspondente. A teoria das assinaturas foi desenvolvida justamente para identificar essas pegadas da natureza.
